terça-feira, 21 de dezembro de 2010

Dica de Disco: Ed Motta - Aystelum (2005)




Aystelum é mais um surpreendente álbum deste talelentoso músico, Ed Motta. Um pouco diferente do que Dwitza, aqui Ed trabalha magistralmente com experimentações de estilos que abrangem Cosmic Jazz, Funk, R&B , Samba, MPB e Soul. Sempre perfeito e impecável nos seus vocais e scats e com seu toque característico no Fender Rhodes. Destacam-se os temas Awunism, Pharmácias, Balendoah e Samba Azul que tem a participação especial da cantora Alcione. Mais um petardo de Ed!!!



Faixas Deste Cd:

1. Awunism
2. Pharmácias
3. Aystelum
4. É Muita Gig Véi!!!
5. Samba Azul
6. Balendoah
7. Abertura
8. Na Rua
9. Canção Em Torno Dele
10. Charada
11. Patidid
12. Guezagui

Dica de Disco: Ed Motta - Piquenique (2009)



Piquenique é o décimo álbum de estúdio do cantor e músico brasileiro Ed Motta, lançado em novembro de 2009. O álbum é uma retomada do cantor ao pop e a soul music. Todas as músicas são de autoria de Ed Motta, e as letras ficaram a cargo do músico e de sua esposa Edna Lopes, à exceção da faixa 'Nefertiti', com letra de Rita Lee. Ed Motta dividiu a produção do disco com o músico Silvera. A masterização foi feita por Herb Powers, em NY.

Faixas Deste Cd:

  1. "Minha Vida Toda Com Você"
  2. "Mensalidade"
  3. "Pé na Jaca"
  4. "Carência no Frio"
  5. "A Turma da Pilantragem" (com participação da cantora Maria Rita)
  6. "Piquenique"
  7. "O Mestre e o Aprendiz"
  8. "Nefertiti"
  9. "Compromisso"
  10. "Bel Prazer"
  11. "Nicole Versus Cheng"
  12. "Tanto Faz"

Dica de Disco: Ed Motta - Chapter 9 (2008)

O carioca Ed Motta já fez de tudo nos seus discos. São 20 anos de carreira embalados pelas mais diversas faces. Passou com extrema habilidade pelo soul e funk, experimentou muito com o jazz e suas facetas, foi pop e fez dançar com seus manuais práticos que continham hits de mão cheia, além de flertar com diversos outros estilos. Em 2008, Ed chega ao seu nono trabalho de inéditas e consuma um namoro que já vinha se espalhando por toda sua carreira.
“Chapter 9” sai pela gravadora Trama com download gratuito para todas as faixas. E nesse novo disco o artista finalmente canta somente em inglês, namoro antigo e sempre presente na sua carreira, vista sua imensa gama de influências. Mais uma vez o cara toca tudo extremamente bem e ainda manda na produção e nos arranjos. As letras em sua maioria são do inglês Rob Gallagher e a primeira faixa é em parceria com Cláudio Botelho.

Em “Chapter 9”, Ed Motta continua cantando de maneira extraordinária, usando e abusando de um repertório estiloso e inspirado. Um disco para escutar constantemente e aumentar o som no último volume quando “Tommy Boy´s Big Mistake” invadir o som com suas guitarras e gritos.


Faixas Deste Cd:


1. The Man From The Oldest Building
2. You're Supposed To...
 3. Twisted Blue
4. The Runaways
5. St. Christopher's Last Stand
6. Tommy Boy's Big Mistake
7. The Sky Is Falling
8. The Caretaker
9. Georgie And The Dragons
10. Ikarus On The Stairs

Dica de Disco: Jorge Vercilo - Elo (2002)

Jorge Vercilo

Cantor e compositor, começou a cantar em bares por volta dos 15 anos. Participou de alguns festivais sem maior repercussão no país até que em 1995 teve a chance de gravar seu primeiro CD, "Encontro das Águas", produzido por Renato Corrêa.

Em 97, gravou "Em Tudo que É Belo", seu segundo LP pela Continental, com uma estética mais pop. Em 2000, a EMI lançou o CD "Leve", cuja faixa "Final Feliz" de sua autoria obteve êxito, tendo sido gravada em duo com Djavan, a quem o cantor é sempre comparado por conta da semelhança do timbre. Em 2002 lança “Elo” com sucessos nacionais como: “Que nem maré”, “Homem Aranha” e “Fênix” (parceria com Flávio Venturini) tema da minissérie “A casa das 7 mulheres” da Rede Globo.

Outro tema global deste CD foi “O remo das águas claras” para a nova versão do Sítio do Pica-pau Amarelo. Seu quinto trabalho “Livre” foi lançado no final de 2003. Esse disco fechou a trilogia de “Leve”, “Elo” e “Livre”.

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Dica de Disco: O Baile do Simonal - Cd e Dvd ( 2009)







O BAILE DO SIMONAL – CD e DVD

Mais que homenagem, trata-se de uma festa. E isto por si só já é uma baita responsa: organizar um balaco regido pelo espírito de um intérprete e entertainer que entendia como pouquíssimos de diversão. Mas não teve tempo ruim na noite de 11 de agosto, no palco do Vivo Rio, no Rio de Janeiro: Wilson Simoninha e Max de Castro honraram a camisa, o DNA e o talento do pai com um showzão. O segredo deles? Não economizar no champinhom com caviar – aquela expressão que Wilson Simonal usava para definir o molho musical, com todos os recursos, truques de dinâmica e variações rítmicas usados para deixar tudo mais saboroso e refinado. Sem jamais deixar de falar direto no peito, na cintura e nas pernas da galera.

Apesar de centrado no universo de um intérprete – um dos maiores da concorridíssima música popular brasileira -, este DVD/CD tem na concepção musical sua maior estrela. O jogo coletivo proposto por Max e Simoninha encanta em todos os arranjos, encontrando a medida exata entre a reverência às gravações do pai e a inovação. Claro, tudo só funciona graças ao time montado. Samuel Fraga (bateria), Robinho Tavares (baixo), Walmir Borges (guitarra e violão), Xuxa Levy (teclados, programações e flauta), Marcelo Maita (piano), Adilson Didão e Laércio da Costa (percussão), Ubaldo Versolato (sax-barítono e flauta), Josué dos Santos (sax-tenor), Will Boné (trombone), Daniel D’Alcântara e Walmir Gil (trompete e flugelhorn) merecem ter o nome citado aqui antes de todos os “canários” convidados. Afinal, são eles que garantem o baile e o espírito da coisa durante 18 das 20 músicas apresentadas no palco.

Os Paralamas do Sucesso e a Orquestra Imperial proporcionam um descansinho à superbanda residente. O trio liderado por Herbert Vianna traz seu naipe de metais e o tecladista João Fera para traçar com a competência habitual “Mustang Cor de Sangue”, dos irmãos Marcos e Paulo Sérgio Valle (de quem já tinham gravado “Capitão de Indústria”, em 1996). A Orquestra vem com Domenico Lancelotti na bateria e mais quatro percussionistas, sendo um deles Wilson das Neves, ilustre referência rítmica (ao lado de Milton Banana e Edison Machado) de tudo que a noite pedia. Mas quem toma os holofotes é o trio Moreno + duas (as vocalistas Thalma de Freitas e Nina Becker). O filho de Caetano Veloso dança e sua o terninho no cha cha cha pilantra de Carlos Imperial “Terezinha”, que descamba empolgantemente para a disco music na segunda etapa.

O tom da festa é por aí mesmo: para dançar, mas sem seqüências previsíveis. A escolha dos intérpretes convidados foge da obviedade e garante ótimas surpresas. É o que acontece no caso de Péricles e Thiaguinho, do Exaltasamba, muito à vontade no acento latino proposto em “Na Galha do Cajueiro”. E também na contribuição de Rogério Flausino, em “Meia Volta (Ana Cristina)”, canção que abriu o histórico show de Simonal em 1969, instantaneamente entoada a 30 mil vozes. O vocalista do Jota Quest só conheceu a música de Antonio Adolfo e Tibério Gaspar depois do convite de Max e Simoninha, mas parece que a escutava desde criancinha. Já o internacional Alexandre Pires impõe seu corte globalizado à clássica “Sá Marina” (também de A.A. e Tibério) sem deixar de fazer o povo todo cantar – e dançar.

Algumas presenças, porém, eram barbada. E elas fazem o esperado, a começar por Seu Jorge, que abre os trabalhos de “desenceramento” do assoalho em “País Tropical”. Marcelo D2, por sua vez, não tem como ser ortodoxo. Chega com figurino Blues Brothers (do filme com John Belushi) e insere seu “samba estilo Sabotage” (referência ao falecido rapper paulistano), “rap tipo Simonal” na clássica “Nem Vem Que Não Tem”, enquanto Marcelo Malta bota o Ramsey Lewis que guarda dentro de si para passear nas teclas do piano. Com pleno efeito – ou, na linguagem hip hop, “in full effect”.

Mesmo intérpretes com backgrounds semelhantes aparecem em caminhos diversos, o que só enriquece a experiência. Ed Motta bota pra quebrar com “Lobo Bobo”, de Carlos Lyra e Ronaldo Bôscoli, nas regras do samba jazz, distante de desvios soul. Sandra de Sá, por sua vez, solta a voz na bossa “Balanço Zona Sul”, de Tito Madi.

Do povo do samba, Mart´nália canta pilantramente “Mamãe Passou Açúcar Em Mim”, sem alterar a letra (“eu sei que tenho muitas garotas/ todas gamadinhas por mim”), enquanto Diogo Nogueira evolui bem na gafieira instalada por “Está Chegando A Hora”. Não tem mais do mesmo: se Frejat joga “Vesti Azul” mais para o lado do rhythm’n’blues, Samuel Rosa, do Skank, crava a guitarra em “Carango”, com direito a solo roqueirão.

Não faltam aparentes contradições nos dribles estéticos do roteiro cheio de ginga. Fernanda Abreu, do país do suingue, está em casa com a zoação de Vinicius e Toquinho “A Tonga da Mironga do Kabuletê”. Caetano Veloso, por sua vez, tem missão dificílima diante de uma antiga composição própria, “Remelexo”, eternizada por Simonal em versão lapidar. Mas Caetano é Caetano – e, mesmo de óculos, para não esquecer a letra, extrai dos recôncavos do peito a emoção que só certas obras da juventude provocam.

Outro instante estelar é a aparição de Maria Rita, luminosamente vestida de azul para planar sobre “Que Maravilha”. Quase da família, a amiga de infância dos filhos de Simonal se adona do clássico de Jorge BenJor com naturalidade. Os anfitriões, como já  era de se esperar, fazem a festa em seus números: Simoninha, com a segurança de sempre em “Aqui É o País do Futebol” e no gran finale com “Tributo a Martin Luther King”. Max, em dois momentos bem diversos: em “Meu Limão, Meu Limoeiro”, ele comanda a platéia à moda do pai, pedindo “meio tom acima pra ficar mais brilhante” e propondo novidades como “agora em reggae”. Na terna “Menininha do Portão”, ralenta o ritmo e esbanja elegância, sublinhada pelo solo de flugelhorn de Daniel Daniel D’Alcântara. Papai ficaria orgulhosão! Lulu Santos, convidado que não pôde ir à festa, manda presente no CD: uma releitura pop inventiva de “Zazueira” (Jorge Ben).

Na seção de extras, o DVD traz registros dos ensaios, bastidores da gravação e depoimentos do elenco de artistas envolvidos no projeto. Há três opções de áudio (Estéreo PCM 2.0, Dolby Digital 5.1 e DTS 5.1) e ainda uma versão comentada por Max. Simoninha e pelo jornalista Ricardo Alexandre, autor da biografia do cantor e também do livreto da caixa Wilson Simonal na EMI, que será reeditara junto com a chegada do Baile do Simonal às lojas.


sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

Dica de Disco: Miles Davis - Bitches Brew (1970)



Bitches Brew
é um álbum gravado em 1969 pelo trompetista norte-americano Miles Davis e lançado em 1970 pela Columbia Records.
O álbum é considerado por muitos como um dos mais revolucionários da história do jazz, e precursor do estilo jazz fusion.


Faixas

*Todas as composições de Miles Davis, exceto as notadas. Lado A, B, C e D na edição de lançamento em dois LPs.
Lado A
  1. "Pharaoh's Dance" (Joe Zawinul*) – 20:00
Lado B
  1. "Bitches Brew" – 26:59
Lado C
  1. "Spanish Key" – 17:29
  2. "John McLaughlin" – 4:26
Lado D
  1. "Miles Runs the Voodoo Down" – 14:04
  2. "Sanctuary" (Shorter*) – 10:52
  • Em 1999, foi lançado um versão em dois CDs contendo a faixa adicional "Feio" no CD 2:
  1. "Feio" (Shorter*) – 11:50

Dica de Disco: Cesar Camargo Mariano e Pedro Mariano - Piano e Voz (2003)



Um repertório eclético, de canções que fazem parte da história deles. Um trabalho em equipe para se chegar a 10 faixas: "Tudo Bem" (Lulu Santos), "Deixar Você" (Gilberto Gil), "Caso Sério" (Rita Lee e Roberto de Carvalho); as clássicas "Caminhos Cruzados" (Antonio Carlos Jobim e Newton Mendonça), "Tarzan,o filho do Alfaiate" (Vadico e Noel Rosa); as poucos lembradas e maravilhosas "Acaso" (Abel Silva e Ivan Lins), que abre o CD e "Dupla Traição"(Djavan); o samba contemporâneo "Papo de Psicólogo"(Jair Oliveira); a parceria e música inédita "Par Impar"( Cesar C. Mariano e Jair Oliveira) e, fechando o CD, a especial "Se eu Quiser Falar Com Deus" (Gilberto Gil).

Produzido por Pedro Mariano, Cesar Camargo Mariano e Marcelo Mariano

Faixas do Disco:

01 - Acaso
02 - Tudo Bem
03 - Deixar Voce
04 - Caso Serio
05 - Tarzan, O Filho do Alfaiate
06 - Papo de Psicologo
07 - Dupla Traição
08 - Caminhos Cruzados
09 - Par Ìmpar
10 - Se Eu Quiser Falar Com Deus

Dica de Disco: Pedro Mariano - Voz no Ouvido (2000)






Em 2000 Pedro Mariano lançou Voz no Ouvido, assumindo a produção juntamente com Otávio de Morais. Pedro contou ainda com os arranjos de seu pai Cesar Camargo Mariano (que também assina a co-produção do disco), Jair Oliveira tocando violão e compondo 5 músicas inéditas e Max e João Viana, filhos de Djavan, além de músicos da banda que acompanham Pedro nos shows. Em 2002 é lançado o disco "Intuição" produzido por ele, Otavio de Moraes e Cesar Camargo Mariano.No repertório há músicas de Fernanda Takai e John ("5 Discos"), Ricardo Koctus, também integrante do Pato Fu, ("Por Amar") e Jorge Vercilio ("Pode Ser"). O produtor Otavio de Moraes comparece também como compositor na ótima "Intuição”, que dá nome ao disco por refletir o clima de todo o processo de criação.

Faixas do Disco:

 1.  Abertura
   2. Voz no Ouvido (Jairzinho Oliveira)
   3. Só Chamar (Daniel Carlomagno - Pedro Mariano - Jairzinho Oliveira)
   4. Tá Todo Mundo (Daniel Carlomagno - Jairzinho Oliveira)
   5. Tem Que Ser Agora (Luiz Mendes Jr. - Gastão Lamounier)
   6. Sorriso Falso (Ronaldo - Lincoln Olivetti)
   7. Profissionalismo É Isso Aí (Aldir Blanc - João Bosco)
   8. Livre Pra Viver (Bernardo Vilhena - Claudio Zoli)
   9. Grande Amor (Jairzinho Oliveira)
  10. Tem Dó (Baden Powell - Vinícius de Moraes)
  11. Postal (Cassiano)
  12. Preciso Ser Amado (Tim Maia)
  13. Fazendo Música, Jogando Bola (Baby Consuelo - Pepeu Gomes)

sábado, 4 de dezembro de 2010

Dica de Disco: Jair Oliveira - 3.2 (2004)



Durante a produção do álbum 3.1, em 2003, Jair Oliveira gravou mais de 30 músicas. Dezoito delas entraram no 3.1 e as outras ele guardou para serem lançadas num projeto desde aquela época batizado de 3.2.

Com oito faixas incluindo a abertura, 3.2 traz três canções inéditas do próprio Jair (“Memória Falha”, “O Beijo Dela” e “Feira da Dor Primeira”) e duas versões em inglês para duas músicas suas (“Seven Waves” de “Sete Pulos” e “One Day Love Called Eternity” de “Eterno Amor de um Dia Só”). Além disso há uma versão alternativa de “Fome Danada”, composta por ele em parceira com Otto dentro de um ônibus em Portugal e “Sete Pulos Jam”, uma harmônica jam improvisada com os músicos no estúdio.

Faixas do Disco:

1 – Abertura
Jair Oliveira

2 – Memória Falha
Jair Oliveira

3 – O Beijo Dela
Jair Oliveira

4 – Feira da Dor Primeira
Jair Oliveira

5 – Seven Waves
Jair Oliveira

6 – One Day Love Called (Eterno Amor de Um Dia Só)
Jair Oliveira e Don Betto – Versão: Jair Oliveira

7 – Fome Danada
Jair Oliveira e Otto

8 – Sete Pulos
Jair Oliveira
 

Dica de Disco: Jair Oliveira - Sambazz (2010)



O CD traz 17 canções e o livro tem 128 páginas nas quais o filho de Jair Rodrigues conta sobre o processo de criação dessas novas músicas e outros detalhes sobre o processo de gravação como o motivo de um CD ter em média 14 músicas, diferença entre mixagem e masterização, e outras informações sobre como e o que é fazer um disco atualmente. Prato cheio para os interessados nos bastidores do que acontece durante a gravação de um disco.

Faixas do Disco:

01. 12° Jogador
02. Mulata Rainha
03. Sujou, Camarada
04. Corro Depressa
05. Bye, Saudade
06. Feito
07. Fogo na Lareira
08. Graça
09. Vida em Sonho
10. Those Eyes
11. Alô Olá Hello Oba
12. Ela Pediu pra Voltar
13. Sobremesa
14. Nova Lua
15. Samba da Doca
16. Desejo e Desdém
17. Zazá!

Dica de Disco: Joao Marcello Boscoli - JMB & Cia (1995)



Um dos primeiros produtores a gravar um CD solo no Brasil, João chamou diversos profissionais para trabalhar com ele: compondo, fazendo os arranjos, mixando e depois masterizando. Começou escolhendo as canções. Eram quase todas inéditas, algumas de autores até então pouco ou nada conhecidos (como Lenine, Daniel Carlomagno, Max de Castro), outras de nomes como Milton Nascimento (em parceria com João Marcello Bôscoli), Jorge Benjor, Arnaldo Antunes, Waly Salomao, Claudio Zoli e Bernanrdo Vilhena.

“João Marcello Bôscoli e Cia” lançava, sem saber, artistas que seriam destaque no futuro, muito deles depois seriam lançados novamente por João Marcello, através de sua gravadora. “João Marcello Bôscoli e Cia” foi do primeiro trabalho em CD de Max de Castro (autor de “Carnaval e Reveillon” e músico em várias faixas), Pedro Mariano (intérprete de “Acredite ou Não”, “Noite do Prazer” e “Ventos do Norte”), Daniel Carlomagno (autor de “Ventos do Norte” e músico em varias faixas) e Wilson Simoninha (canta “Essa Menina”, “Distantes Demais”, “Flor do Futuro” e “Carnaval e Reveillon”) e uma das primeiras vezes que se gravou composições de Lenine, “Acredite ou Não” e “Distante Demais”.

Faixas do Disco:

01. Começo
02. Acredite ou Não
03. Carnaval e Reveillon (Viagens)
04. Essa Menina
05. Ventos do Norte
06. Distantes Demais
07. Seja Melhor
08. Noite do Prazer
09. Flor do Futuro
10. Como Nossos Pais
11. Poemas
12. Acredite ou Não (Funk Esquema Morro Mix)
13. Essa Menina (Pandeiro Mix)
14. Flor do Futuro (JM’s Groove Mix)

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

Dica de Disco: Jair Oliveira - Outro (2002)

Dica de Disco: Pedro Mariano - Incondicional (2009)

 
 
“Incondicional” (2009) é o nome do sétimo trabalho de Pedro Mariano, incansavelmente lembrado como filho de Elis Regina e Cesar Camargo Mariano.
O álbum, recusado pela EMI ainda em 2004, foi lançado apenas 5 anos após ser gravado, agora como primeiro resultado de seu próprio selo, Nau.
Naquela época, frustrada a liberação das músicas com a EMI, o artista solucionou o problema lançando projeto semelhante em CD “ao vivo” pela Universal (2005).
 
 Faixas do Disco:             
 
4. Memória Falha  
10. Procura  
 

Dica de Disco: Ed Motta - Dwitza (2002)


 

Ed Motta

Carioca, desde pequeno ouvia música soul e funk, inclinando-se mais tarde para o rock, de que tornou-se profundo conhecedor na época. Participou como vocalista da banda Kabbalah, de hard rock, com influências de Deep Purple, Black Sabbath e outras bandas dos anos 70.

No começo do ano 2002, lança "Dwitza", o trabalho mais jazzy e introspectivo de sua carreira, diversificando como poucos sua produção musical.

Músicas do Cd: 

1 - Um Dom Pra Salvador
2 - No Carrao Eu Me Perdizes Na Consolacao
3 - Sus-Tenta
4 - Doce Ilusao
5 - Linduria
6 - Valse Au Beurre Blanc
7 - Amalgasantos
8 - A Balada Do Mar Salgado
9 - Coisas Naturais
10 - Malumbulo
11 - Madame Pela Umburgo
12 - Cervejamento Total
13 - Papuera
14 - Instrumentida